segunda-feira, 25 de março de 2013

Multinacionais pelo mundo


Alemanha
Colgate
Benq
Bertelsmann AG
Block House Inc.
BMG Group
Brain Records
Cip Soft
DHL
Drom Fregrances
Edeka Group
Evobus
Gemballa
Grupo Aldi AG
Hapag Lloyd
Heraeus AG
Jever (Cervejaria)
Kavo Dental
Knauf
Kuka
Lidi Group
Mercedes Benz
Munich Re Group
Peri GMBH Corporation
Porsche
Smart
Wella
Wirecard

Argentina
IMPSACoco

Austrália
Arrow Energy
Billabong International Ltd.
Clyde Engineering
George Allen & Unwin
Globe Shoes
Nufarm
Rip Curl
Speedo
United Group
Virgin Blue

Áustria

Bélgica
Fortis (empresa)

Brasil

Canadá

Coréia do Sul

Dinamarca

Espanha

Estados Unidos

Emirados Árabes Unidos
Emirates Airlines (Fly Emirates)

Finlândia

França

Índia
Air India
Ashok Leyland
Bajaj
Diesel locomotive Works
Grupo Tata
Hindustan Computers
India Express
Indian Oil Corporation
Laboratorios Ranbaxy
Mahindra & Mahindra
Mittal Steel
Reliance Industries Ltd.
Sun Pharmaceutical
Tata Consultancy Services
United Breweries
Wipro Technologies

Israel
Babylon
Chá wissotzky Inc.
Check Point tecnologies
Chemical Crew
El Al Corporation S.A
Project Better Place
Teva Pharmaceutical

Itália
Aermacchi
Aprilia
Alfa Romeo
Alpinestars
Barilla
Bertone
BFT S.A
Brembo
Bulgari
Cagiva
Carpigiani
Ducati
Enel
ENI
Errea
Ferrari
Ferrero
Fiat
Guzzi
Innocenti Group
ISO Automóveis
Iveco
Kappa
Lancia
Legea
Luigi Lavazza S.A
Mediaset
Maserati
Olivetti
Piaggio
Pininfarina
Vandurit

Japão
Acura
All Mippon Airways
Allied Telesis Company
Bandai
Capcom
Daiichi Sankyo
Denso Corporation
Editora JBC
Epson
Fuji Bank Ltda.
Fujifilm
Geneon Universal Entertainment
Hitachi
Infiniti
Inpex
Japan Airlines
Koei
Komatsu
Konami
Kumon
LHL Corporation
Makita
Mazda
Moringa & Company
Namco
Nec Corporation
Nippon Oil
Nikon
Nissin Alimentos
Pentax
Pioneer
Ricoh Company Ltd.
Sanyo
Sanrio Ltd.
Sega
Seiko
Sharp
Shimano
Shoei
Suzuki
Tecmo Ltd.
Tokiopop
WOW Cargo Alliance
Yakult
Yamaha
Ykk Group
Yokohama Rubber Company

Luxemburgo
Cargolux
Luxair
RTL Group

Malásia
Lotus
Malaysia Airlines
Proton (automóvel)
Perodua (automóvel)
Silverstone Pneus

México

Noruega

Países Baixos
Shell (anglo-neerlandesa)
Unilever (anglo-neerlandesa)
Fortis (empresa)
TNT N.V. (empresa multinacional)

Portugal

Reino Unido
Acergy
Acorn Computers
Adams
Amstrad
ARM Ltd.
Aston Martin
BAE Systems
Barclays Bank
Bugatti
Carnival Corporation & Plc
Castrol
De La Rue Corporation
Diageo
Dorling Kindersley
EMI
Foster and Partners
FTDI Inc.
GKN Corporation
Grupo Grosvenor
Grupo Rio Tinto
Halcrow Group
Haymarket Group
Holyday Inn
Jaguar
Land Rover
Lloyd's of London
MC Laren
Marke & Spencer
Merlin Entretainments
Shell (anglo-neerlandesa)
Unilever (anglo-neerlandesa)
Rolls Royce
Tesco Ltd.
Travelex
TVR
Virgin Group
Vodafone Group
[editar]Rússia

Suécia

Taiwan
HTC

Turquia




terça-feira, 12 de março de 2013



Multinacionais brasileiras lista

Confira como foi a Internacionalização das multinacionais brasileiras no exterior e veja uma lista das maiores multinacionais.

Mapa.O nível das empresas brasileiras  está crescendo cada vez mais e por isso ninguém ousa duvidar da capacidade dos brasileiros na atualidade, se formos ver todas as áreas em que crescemos passaríamos o dia inteiro apenas olhando estatísticas, e pensando no quanto ainda podemos atingir com as empresas que estão crescendo e exportando seus produtos para outros países.
A partir de 2006 pudemos ver o crescimento que nunca antes tinha acontecido, pois o exterior havia superado as compras feitas pelo país, e agora como houve mudanças no patamar dos produtos nacionais pudemos ver que a internalização das empresas brasileiras é real. A internacionalização de nossos produtos revelou um Brasil que vai muito além dos produtos minerais e agrícolas que estamos acostumados a ver, agora podemos ocupar um espaço de destaque no cenário das indústrias que estão visando mercados internacionais.

Internacionalização de empresas brasileiras

No mercado internacional há várias empresas internacionais obtendo sucesso, visto que já participam da internacionalização há muito mais tempo do que as empresas brasileiras. O Brasil começou a mostrar interesse e participar da multinacionalização quase um século depois dos países desenvolvidos, com isso as multinacionais brasileiras são mais fracas e estão aos poucos conquistando o mercado internacional com seus produtos que estão sendo exportados e com suas novas filiais em diversos países.
Um dos grandes motivos de acontecer à internacionalização das empresas brasileiras é a valorização do real que se tornou um importante aliado neste quesito ajudando ainda a população. As empresas pioneiras aqui do Brasil iniciaram seus investimentos neste seguimento aproximadamente em 1070, mas como dissemos a notoriedade por conta deles só pôde ser vista há alguns anos atrás levando-nos a acreditar que cada vez mais empresas poderão se beneficiar deste meio de negócios, e transformando assim, empresas em multinacionais brasileiras.
Gráfico de lucros do Brasil em relação as multinacionais brasileiras.

Lista das principais multinacionais brasileiras

As empresas que investem no exterior conseguem rendas liquidas muito maiores do que os lucros obtidos nacionalmente. Mesmo que as empresas brasileiras não cheguem a se instalar em países estrangeiros é fundamental que comecem a conseguir maneiras de exportar seus produtos para o exterior, visando aumentar a quantidade de vendas em todos os sentidos que se pode imaginar com seus produtos.
Confira agora uma lista com as principais e maiores multinacionais brasileiras que atuam no exterior de alguma maneira, vamos passar para você de acordo com o investimento que elas fazem no exterior.
Gráfico mostrando as maiores multinacionais brasileiras.
Estas são as principais multinacionais brasileiras, mas há várias outras empresas multinacionais, esse tipo de empresa traz apenas inovação e progresso para o Brasil.
E para mais informações sobre as multinacionais brasileiras assista ao vídeo do Youtube sobre as multinacionais brasileiras na terceira onda de internacionalização:

Saiba mais sobre multinacionais brasileiras


sábado, 2 de março de 2013

Parabolicamará Gilberto Gil


Parabolicamará – Gilberto Gil – Análise de texto
A música Expresso 2222 foi escrita no princípio dos anos 70, quando o máximo que tínhamos, em matéria de computação, eram Cartões Perfurados a mão. O computador era algo só imaginado na ficção científica. PC, nem em sonho. Mas as Comunicações, via Microondas, já corriam soltas desde a chegada do Homem à Lua, o que permitiu, por exemplo, fazermos ligações interurbanas com maior facilidade, munidos de monstruosas antenas Parabólicas das companhias telefônicas.
No final da década de 70, começaram a surgir as antenas parabólicas caseiras. O profético Expresso 2222 ganhava outras formas de análise. Menos apocalípticas do que as originais, mas ligando o Passado ao Presente no cotidiano artístico-racial do Gil. A ideia do Tempo Relativo começou a ganhar a óbvia continuidade do Espaço Relativo na ideia dele, que comparando a infância, vivida em Salvador no meio de atabaques, rituais vários e capoeira, com a sua fase mais adulta de artista, misturou os tempos numa composição chamada Parabolicamará:

Antes mundo era pequeno Porque Terra era grande
Hoje mundo é muito grande Porque Terra é pequena
Do tamanho da antena Parabolicamará
Ê volta do mundo, camará
Ê, ê, mundo dá volta, camará
Antes longe era distante
Perto só quando dava
Quando muito ali defronte
E o horizonte acabava
Hoje lá trás dos montes
dendê em casa camará
Ê volta do mundo, camará
Ê, ê, mundo dá volta, camará
De jangada leva uma eternidade
De saveiro leva uma encarnação
Pela onda luminosa
Leva o tempo de um raio
Tempo que levava Rosa
Pra aprumar o balaio
Quando sentia
Que o balaio ía escorregar
Ê volta do mundo, camará
Ê, ê, mundo dá volta, camará
Esse tempo nunca passa
Não é de ontem nem de hoje
Mora no som da cabaça
Nem tá preso nem foge
No instante que tange o berimbau
Meu camará
Ê volta do mundo, camará
Ê, ê, mundo dá volta, camará
De jangada leva uma eternidade
De saveiro leva uma encarnação
De avião o tempo de uma saudade
Esse tempo não tem rédea
Vem nas asas do vento
O momento da tragédia
Chico Ferreira e Bento
Só souberam na hora do destino
Apresentar
Ê volta do mundo, camará
Ê, ê, mundo dá volta, camará

Aqui Gil volta a cuidar do Tempo Relativo já buscando associá-lo às distâncias encurtadas do Espaço Físico, com a parabólica aproximando as distantes regiões da Terra comparada ao Mundo. O pequeno e imaginário Mundo Racional nosso de outrora dava vez ao grande e científico Mundo Inimaginário do agora, o que permitiu à Poesia um maior conforto pelas mãos do poeta, principalmente nas comparações dos tempos pelos instrumentos de navegação percorrendo os seus espaços:
De jangada leva uma eternidade
De saveiro leva uma encarnação
De avião o tempo de uma saudade
Pela onda luminosa
Leva o tempo de um raio
Tempo que levava Rosa
Pra aprumar o balaio
Quando sentia
Que o balaio ía escorregar

A Jangada é a mais rudimentar das embarcações aquáticas, logo, a sua velocidade é menor do que a de um Saveiro, que é um pequena barco, já provido de quilha, leme e vela. Daí a associação com as noções figurativas de tempo: Eternidade e Encarnação, com a primeira contendo todas da segunda. Saindo do mar a coisa fica bem mais rápida, principalmente se estiver no ar. Foi o caso do Avião durar apenas o tempo de uma Saudade, mas a Onda Luminosa, a mais veloz das embarcações, viaja à velocidade da Luz, que apenas suspeitamos ser a de 300 mil quilômetros por segundo. Embora a Ciência tenha oficializado os estudos de Michelson, quanto à velocidade da Luz ser essa, o próprio Einstein discordava, já que supunha viajar o Elétron, responsável pela Luz ao despencar, na forma de Fóton, pelos Níveis Quânticos do átomo, a uma velocidade bem maior, próxima a 540 mil km/s, daí ele ter elaborado o Paradoxo do Tempo com o trem viajando a 240 mil km/s, como base de uma futura tese acerca da velocidade real da Luz, que é que é de origem Quântica, por vir do Fóton. Voltando à Onda Luminosa do Gil, o tempo de um Raio coincide com o do movimento de cintura da Rosa aprumando o Balaio Cadente. Uma fração de segundo. Isso se considerarmos apenas à Luz do raio, pois se tivermos a ideia de comparar com o som resultante, daí a Rosa é muito mais rápida, já que, pela distância, o Som demora milhões de vezes mais para ser escutado. O termo Parabolicamará representa à soma dos significados de antena + Camará, expressão usada nas rodas de capoeira. Por sinal, todo o arranjo da música é voltado para a capoeira, onde se destaca o diálogo do Berimbau com o Contrabaixo, tocado de forma percussiva, além de todo o instrumental acelerar o Andamento Musical de acordo com o veloz avião, por exemplo. Gil continuou trabalhando nesse tema em algumas outras composições. Na próxima ele já começará a falar de PCs adaptados aos sonhos nessa sua particular Estrada Poética do Tempo.