segunda-feira, 25 de março de 2013

Multinacionais pelo mundo


Alemanha
Colgate
Benq
Bertelsmann AG
Block House Inc.
BMG Group
Brain Records
Cip Soft
DHL
Drom Fregrances
Edeka Group
Evobus
Gemballa
Grupo Aldi AG
Hapag Lloyd
Heraeus AG
Jever (Cervejaria)
Kavo Dental
Knauf
Kuka
Lidi Group
Mercedes Benz
Munich Re Group
Peri GMBH Corporation
Porsche
Smart
Wella
Wirecard

Argentina
IMPSACoco

Austrália
Arrow Energy
Billabong International Ltd.
Clyde Engineering
George Allen & Unwin
Globe Shoes
Nufarm
Rip Curl
Speedo
United Group
Virgin Blue

Áustria

Bélgica
Fortis (empresa)

Brasil

Canadá

Coréia do Sul

Dinamarca

Espanha

Estados Unidos

Emirados Árabes Unidos
Emirates Airlines (Fly Emirates)

Finlândia

França

Índia
Air India
Ashok Leyland
Bajaj
Diesel locomotive Works
Grupo Tata
Hindustan Computers
India Express
Indian Oil Corporation
Laboratorios Ranbaxy
Mahindra & Mahindra
Mittal Steel
Reliance Industries Ltd.
Sun Pharmaceutical
Tata Consultancy Services
United Breweries
Wipro Technologies

Israel
Babylon
Chá wissotzky Inc.
Check Point tecnologies
Chemical Crew
El Al Corporation S.A
Project Better Place
Teva Pharmaceutical

Itália
Aermacchi
Aprilia
Alfa Romeo
Alpinestars
Barilla
Bertone
BFT S.A
Brembo
Bulgari
Cagiva
Carpigiani
Ducati
Enel
ENI
Errea
Ferrari
Ferrero
Fiat
Guzzi
Innocenti Group
ISO Automóveis
Iveco
Kappa
Lancia
Legea
Luigi Lavazza S.A
Mediaset
Maserati
Olivetti
Piaggio
Pininfarina
Vandurit

Japão
Acura
All Mippon Airways
Allied Telesis Company
Bandai
Capcom
Daiichi Sankyo
Denso Corporation
Editora JBC
Epson
Fuji Bank Ltda.
Fujifilm
Geneon Universal Entertainment
Hitachi
Infiniti
Inpex
Japan Airlines
Koei
Komatsu
Konami
Kumon
LHL Corporation
Makita
Mazda
Moringa & Company
Namco
Nec Corporation
Nippon Oil
Nikon
Nissin Alimentos
Pentax
Pioneer
Ricoh Company Ltd.
Sanyo
Sanrio Ltd.
Sega
Seiko
Sharp
Shimano
Shoei
Suzuki
Tecmo Ltd.
Tokiopop
WOW Cargo Alliance
Yakult
Yamaha
Ykk Group
Yokohama Rubber Company

Luxemburgo
Cargolux
Luxair
RTL Group

Malásia
Lotus
Malaysia Airlines
Proton (automóvel)
Perodua (automóvel)
Silverstone Pneus

México

Noruega

Países Baixos
Shell (anglo-neerlandesa)
Unilever (anglo-neerlandesa)
Fortis (empresa)
TNT N.V. (empresa multinacional)

Portugal

Reino Unido
Acergy
Acorn Computers
Adams
Amstrad
ARM Ltd.
Aston Martin
BAE Systems
Barclays Bank
Bugatti
Carnival Corporation & Plc
Castrol
De La Rue Corporation
Diageo
Dorling Kindersley
EMI
Foster and Partners
FTDI Inc.
GKN Corporation
Grupo Grosvenor
Grupo Rio Tinto
Halcrow Group
Haymarket Group
Holyday Inn
Jaguar
Land Rover
Lloyd's of London
MC Laren
Marke & Spencer
Merlin Entretainments
Shell (anglo-neerlandesa)
Unilever (anglo-neerlandesa)
Rolls Royce
Tesco Ltd.
Travelex
TVR
Virgin Group
Vodafone Group
[editar]Rússia

Suécia

Taiwan
HTC

Turquia




terça-feira, 12 de março de 2013



Multinacionais brasileiras lista

Confira como foi a Internacionalização das multinacionais brasileiras no exterior e veja uma lista das maiores multinacionais.

Mapa.O nível das empresas brasileiras  está crescendo cada vez mais e por isso ninguém ousa duvidar da capacidade dos brasileiros na atualidade, se formos ver todas as áreas em que crescemos passaríamos o dia inteiro apenas olhando estatísticas, e pensando no quanto ainda podemos atingir com as empresas que estão crescendo e exportando seus produtos para outros países.
A partir de 2006 pudemos ver o crescimento que nunca antes tinha acontecido, pois o exterior havia superado as compras feitas pelo país, e agora como houve mudanças no patamar dos produtos nacionais pudemos ver que a internalização das empresas brasileiras é real. A internacionalização de nossos produtos revelou um Brasil que vai muito além dos produtos minerais e agrícolas que estamos acostumados a ver, agora podemos ocupar um espaço de destaque no cenário das indústrias que estão visando mercados internacionais.

Internacionalização de empresas brasileiras

No mercado internacional há várias empresas internacionais obtendo sucesso, visto que já participam da internacionalização há muito mais tempo do que as empresas brasileiras. O Brasil começou a mostrar interesse e participar da multinacionalização quase um século depois dos países desenvolvidos, com isso as multinacionais brasileiras são mais fracas e estão aos poucos conquistando o mercado internacional com seus produtos que estão sendo exportados e com suas novas filiais em diversos países.
Um dos grandes motivos de acontecer à internacionalização das empresas brasileiras é a valorização do real que se tornou um importante aliado neste quesito ajudando ainda a população. As empresas pioneiras aqui do Brasil iniciaram seus investimentos neste seguimento aproximadamente em 1070, mas como dissemos a notoriedade por conta deles só pôde ser vista há alguns anos atrás levando-nos a acreditar que cada vez mais empresas poderão se beneficiar deste meio de negócios, e transformando assim, empresas em multinacionais brasileiras.
Gráfico de lucros do Brasil em relação as multinacionais brasileiras.

Lista das principais multinacionais brasileiras

As empresas que investem no exterior conseguem rendas liquidas muito maiores do que os lucros obtidos nacionalmente. Mesmo que as empresas brasileiras não cheguem a se instalar em países estrangeiros é fundamental que comecem a conseguir maneiras de exportar seus produtos para o exterior, visando aumentar a quantidade de vendas em todos os sentidos que se pode imaginar com seus produtos.
Confira agora uma lista com as principais e maiores multinacionais brasileiras que atuam no exterior de alguma maneira, vamos passar para você de acordo com o investimento que elas fazem no exterior.
Gráfico mostrando as maiores multinacionais brasileiras.
Estas são as principais multinacionais brasileiras, mas há várias outras empresas multinacionais, esse tipo de empresa traz apenas inovação e progresso para o Brasil.
E para mais informações sobre as multinacionais brasileiras assista ao vídeo do Youtube sobre as multinacionais brasileiras na terceira onda de internacionalização:

Saiba mais sobre multinacionais brasileiras


sábado, 2 de março de 2013

Parabolicamará Gilberto Gil


Parabolicamará – Gilberto Gil – Análise de texto
A música Expresso 2222 foi escrita no princípio dos anos 70, quando o máximo que tínhamos, em matéria de computação, eram Cartões Perfurados a mão. O computador era algo só imaginado na ficção científica. PC, nem em sonho. Mas as Comunicações, via Microondas, já corriam soltas desde a chegada do Homem à Lua, o que permitiu, por exemplo, fazermos ligações interurbanas com maior facilidade, munidos de monstruosas antenas Parabólicas das companhias telefônicas.
No final da década de 70, começaram a surgir as antenas parabólicas caseiras. O profético Expresso 2222 ganhava outras formas de análise. Menos apocalípticas do que as originais, mas ligando o Passado ao Presente no cotidiano artístico-racial do Gil. A ideia do Tempo Relativo começou a ganhar a óbvia continuidade do Espaço Relativo na ideia dele, que comparando a infância, vivida em Salvador no meio de atabaques, rituais vários e capoeira, com a sua fase mais adulta de artista, misturou os tempos numa composição chamada Parabolicamará:

Antes mundo era pequeno Porque Terra era grande
Hoje mundo é muito grande Porque Terra é pequena
Do tamanho da antena Parabolicamará
Ê volta do mundo, camará
Ê, ê, mundo dá volta, camará
Antes longe era distante
Perto só quando dava
Quando muito ali defronte
E o horizonte acabava
Hoje lá trás dos montes
dendê em casa camará
Ê volta do mundo, camará
Ê, ê, mundo dá volta, camará
De jangada leva uma eternidade
De saveiro leva uma encarnação
Pela onda luminosa
Leva o tempo de um raio
Tempo que levava Rosa
Pra aprumar o balaio
Quando sentia
Que o balaio ía escorregar
Ê volta do mundo, camará
Ê, ê, mundo dá volta, camará
Esse tempo nunca passa
Não é de ontem nem de hoje
Mora no som da cabaça
Nem tá preso nem foge
No instante que tange o berimbau
Meu camará
Ê volta do mundo, camará
Ê, ê, mundo dá volta, camará
De jangada leva uma eternidade
De saveiro leva uma encarnação
De avião o tempo de uma saudade
Esse tempo não tem rédea
Vem nas asas do vento
O momento da tragédia
Chico Ferreira e Bento
Só souberam na hora do destino
Apresentar
Ê volta do mundo, camará
Ê, ê, mundo dá volta, camará

Aqui Gil volta a cuidar do Tempo Relativo já buscando associá-lo às distâncias encurtadas do Espaço Físico, com a parabólica aproximando as distantes regiões da Terra comparada ao Mundo. O pequeno e imaginário Mundo Racional nosso de outrora dava vez ao grande e científico Mundo Inimaginário do agora, o que permitiu à Poesia um maior conforto pelas mãos do poeta, principalmente nas comparações dos tempos pelos instrumentos de navegação percorrendo os seus espaços:
De jangada leva uma eternidade
De saveiro leva uma encarnação
De avião o tempo de uma saudade
Pela onda luminosa
Leva o tempo de um raio
Tempo que levava Rosa
Pra aprumar o balaio
Quando sentia
Que o balaio ía escorregar

A Jangada é a mais rudimentar das embarcações aquáticas, logo, a sua velocidade é menor do que a de um Saveiro, que é um pequena barco, já provido de quilha, leme e vela. Daí a associação com as noções figurativas de tempo: Eternidade e Encarnação, com a primeira contendo todas da segunda. Saindo do mar a coisa fica bem mais rápida, principalmente se estiver no ar. Foi o caso do Avião durar apenas o tempo de uma Saudade, mas a Onda Luminosa, a mais veloz das embarcações, viaja à velocidade da Luz, que apenas suspeitamos ser a de 300 mil quilômetros por segundo. Embora a Ciência tenha oficializado os estudos de Michelson, quanto à velocidade da Luz ser essa, o próprio Einstein discordava, já que supunha viajar o Elétron, responsável pela Luz ao despencar, na forma de Fóton, pelos Níveis Quânticos do átomo, a uma velocidade bem maior, próxima a 540 mil km/s, daí ele ter elaborado o Paradoxo do Tempo com o trem viajando a 240 mil km/s, como base de uma futura tese acerca da velocidade real da Luz, que é que é de origem Quântica, por vir do Fóton. Voltando à Onda Luminosa do Gil, o tempo de um Raio coincide com o do movimento de cintura da Rosa aprumando o Balaio Cadente. Uma fração de segundo. Isso se considerarmos apenas à Luz do raio, pois se tivermos a ideia de comparar com o som resultante, daí a Rosa é muito mais rápida, já que, pela distância, o Som demora milhões de vezes mais para ser escutado. O termo Parabolicamará representa à soma dos significados de antena + Camará, expressão usada nas rodas de capoeira. Por sinal, todo o arranjo da música é voltado para a capoeira, onde se destaca o diálogo do Berimbau com o Contrabaixo, tocado de forma percussiva, além de todo o instrumental acelerar o Andamento Musical de acordo com o veloz avião, por exemplo. Gil continuou trabalhando nesse tema em algumas outras composições. Na próxima ele já começará a falar de PCs adaptados aos sonhos nessa sua particular Estrada Poética do Tempo.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

VIAGEM A SÃO JOÃO DEL REI E TIRADENTES

Mais uma viagem a São João Del-Rei e Tiradentes está para acontecer.

Aguardem:

Maria fumaça em SJ Del-Rei

Vamos conhecer as belezas e curiosidades de São João Del-Rei e Tiradentes e de quebra um passeio na maria fumaça.


Eu e a Gabriela
Maria fumaça em Tiradentes
Ladeira em Tiradentes
Igreja de São Francisco em SJ Del-Rei


Interior da Igreja de São Francisco
AGUARDEM.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

O Prêmio Nobel

O Prêmio Nobel é uma das mais prestigiadas premiações do mundo. Todos os anos, pessoas que fizeram pesquisas de grande valor para o bem do ser humano em diversas áreas, como Química, Física, Medicina, Literatura, Economia e Paz, são escolhidas e premiadas.

A história do Prêmio se inicia com seu fundador, Albert Nobel, o inventor da dinamite. Após sentir o desgosto das mortes e da destruição causada pela sua invenção, Nobel propôs a criação de uma premiação que prestigiasse aqueles que, no futuro, servissem ao bem da humanidade. Assim, Albert Nobel deixou sua herança de 32 milhões de coroas suecas para a criação de uma instituição que teria a função de administrar a premiação: a Fundação Nobel.
A primeira cerimônia do Prêmio Nobel ocorreu em 1901, no Conservatório Real de Estocolmo. Atualmente, a cerimônia ocorre no dia da morte de Albert Nobel, 10 de dezembro, em Oslo, na Noruega, e Estocolmo, na Suécia. O premiado é condecorado com uma medalha de ouro, diploma e uma quantia que ultrapassa US$1 milhão. As premiações de todas as categorias não ocorrem, necessariamente, em todos os anos; isso ocorre com maior freqüência no Prêmio Nobel de Paz.
O Prêmio Nobel de Economia é o único que não tem nenhuma ligação com Alfred Nobel. Na verdade, a premiação, chamada oficialmente de “Prêmio Sveriges Riksbank de Ciências Econômicas em Memória de Alfred Nobel”, foi criada pelo Banco Central da Suécia em homenagem ao criador do Prêmio Nobel. Mesmo assim, o Nobel de Economia é entregue na mesma cerimônia das outras premiações.

Por Tiago Dantas
http://www.mundoeducacao.com.br/ 


Conheça a história que deu origem ao "Prêmio Nobel", os impedidos por Hitler e outras curiosidades

1. Nobel tinha culpa no cartório

A família e os amigos do sueco Alfred Bernhard Nobel não poderiam ter surpresa maior ao saber do testamento que ele deixou ao morrer, em 1896. O industrial, inventor da dinamite e dono de mais de 90 fábricas de explosivos e munição, deixou a maior parte de sua fortuna para homenagear pesquisadores de destaque em física, fisiologia ou medicina, química e literatura _o que deu origem ao Prêmio Nobel, em 1901.
Segundo a explicação mais aceita, refletiu sobre seus feitos após ler reportagem publicada em 1888 por um jornal francês, que o confundiu com seu irmão, Ludvig, morto naquele ano. O periódico publicou a manchete 'O mercador da morte está morto'. Com problemas no coração e desconfiado de todos em seus últimos meses de vida, Nobel depositou seu testamento num banco de Estocolmo, capital da Suécia.
Em 1968, o banco central da Suécia estabeleceu o Prêmio em Ciências Econômicas, em memória de Alfred Nobel.

2. Vencedores levam dinheiro, diploma e medalha
Além de um diploma e de uma medalha, os laureados com o Nobel também embolsam 10 milhões de coroas suecas (US$ 1,5 milhão). Até 1968, o prêmio podia ser dividido entre mais de três pessoas, apesar de isso nunca ter acontecido. Naquele ano, o número máximo de premiados passou a três.

3. O mais jovem e o mais velho já premiados
Em 1915, aos 25 anos, o australiano descobridor da chamada 'Lei de Bragg', William Lawrence Bragg, recebeu o Nobel de Física ao lado do pai, William Henry Bragg. Na época, os cientistas já sabiam que raios-X possuem forma de onda e são difratados em cristais. A equação criada por Lawrence explica a relação entre o comprimento de onda dos raios-X, a distância entre os planos dos cristais e o ângulo em que o raio é refletido.
O economista russo naturalizado americano Leonid Hurwicz levou o Nobel de Ciências Econômicas em 2007, aos 90 anos de idade. Ele desenvolveu a 'teoria do desenho dos mecanismos', que permite aos economistas identificar momentos positivos e negativos nos mercados. Hurwicz morreu em 2008, nos Estados Unidos.

4. Sartre e líder comunista recusaram Nobel
O filósofo existencialista Jean-Paul Sartre recusou o Nobel de Literatura em 1964. Ele havia decidido recusar todas as honrarias oficiais, para que elas não contaminassem sua obra.
Em 1973, foi a vez de um dos fundadores do Partido Comunista da antiga Indochina, Le Duc Tho, não aceitar o Nobel da Paz, entregue também ao então secretário de Estado americano, Henry Kissinger. Eles foram escolhidos por negociar um acordo de paz com o Vietnã, que fazia parte da Indochina. Le Duc Tho disse que não estava em posição de aceitar o prêmio, por causa da situação no país, que ainda estava em guerra com os Estados Unidos.

5. Prêmio não foi entregue por 50 vezes
O Nobel deixou de ser entregue principalmente durante os anos da Primeira e da Segunda Guerras Mundiais, de 1914 a 1918 e de 1939 a 1945, respectivamente. A premiação que mais deixou de ocorrer foi a do Nobel da Paz _20 vezes. A de física não ocorreu por seis vezes; a de química, oito vezes; fisiologia ou medicina, nove; e de literatura, sete. A única realizada em todos os anos desde a criação do prêmio foi a de ciências econômicas.

6. Hitler e autoridades soviéticas proibiram quatro de receber Nobel
O ditador alemão Adolf Hitler proibiu Richard Kuhn (química, 1938), Adolf Butenandt (química, 1939) e Gerhard Domagk (medicina) de aceitar o prêmio. Em 1958, o escritor russo Boris Pasternak foi forçado pelas autoridades da União Soviética a recusar o Nobel de Literatura.

Fonte: Folha

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Globalização


Pergunta: Qual é a mais correta definição de Globalização?


Resposta: A Morte da Princesa Diana..

Pergunta: Por quê?

Resposta: Uma princesa inglesa com um namorado egípcio tem um acidente de carro dentro de um túnel francês, num carro alemão com motor holandês, conduzido por um belga, bêbado de whisky escocês, que era seguido por paparazzi italianos, em motos japonesas. A princesa foi tratada por um médico canadense, que usou medicamentos americanos. E isto é enviado a você por um brasileiro, usando tecnologia americana (Bill Gates) e provavelmente, você está lendo isso em um computador genérico que usa chips feitos em Taiwan e um monitor coreano montado por trabalhadores de Bangladesh, numa fábrica de Singapura, transportado em caminhões conduzidos por indianos, roubados por indonésios, descarregados por pescadores sicilianos, reempacotados por mexicanos e, finalmente, vendido a você por chineses, através de uma conexão paraguaia





Isto é, GLOBALIZAÇÃO!

domingo, 14 de agosto de 2011

GEOGRAFIA - a evolução do Homem passa por aqui

A Geografia vista como Ciência
Sendo a Geografia uma ciência muito antiga, tendo suas raízes na civilização grega, onde ilustres estudiosos, como Eratóstenes de Cirene, já desenvolviam brilhantes estudos , como medir a circunferência da Terra, esta ciência veio evoluindo, chegando ao século XXI como importante instrumento de referência para o cidadão que deseja construir sua cidadania.
A Geografia, sendo integrante das áreas das ciências humanas e tecnológicas, serve tanto para o estudo humano como físico. É uma ciência que deve ser vivenciada no dia-a-dia.
No entanto, para melhor compreender esta disciplina, há a necessidade de saber que a Geografia é uma ciência que evolui juntamente com seu tempo, pois, analisa, interpreta, critica e apresenta soluções para os diversos problemas que envolvem as atividades humanas que ocorrem sobre a superfície terrestre.

Objeto de estudo da Geografia
O objeto de estudo da Geografia é o Homem e suas relações com a natureza, quer seja em termos de exploração dos recursos naturais ou pela própria localização e distribuição dos recursos naturais e da população sobre a superfície terrestre.

CIÊNCIAS AFINS DA GEOGRAFIA
Para se compreender o campo de atividade da Geografia, o estudioso desta ciência, o "Geógrafo", necessita possuir uma cultura bem diversificada, pois as áreas que mantêm certo relacionamento com a Geografia são: a Engenharia, a Biologia, a Cartografia, a Química, a Geologia, a História, a Sociologia, a Economia, a Estatística, dentre outras.

Ramos da Geografia
A Geografia apresenta dois grandes ramos:
Geografia física - compreende o estudo do relevo, hidrografia, vegetação, clima solo, etc.
Geografia humana - compreende o estudo da população, atividades econômicas, agricultura, transportes, comércio, etc.

Os impactos ambientais - a natureza pede socorro

http://www.google.com.br/search?q=EFEITO+ESTUFA&hl=pt-BR&sa=G&biw=1024&bih=571&prmd=ivns&tbm=isch&tbo=u&source=univ&ei=5ldITvmDJ8ndgQfPx8XIBg&ved=0CDoQsAQ

http://www.google.com.br/search?q=buraco+na+camada+de+oz%C3%B4nio&hl=pt-BR&biw=1024&bih=571&prmd=ivns&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ei=4VlITt_pHIbGgAfusPjFBg&ved=0CCYQsAQ

http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&biw=1024&bih=571&tbm=isch&sa=1&q=aquecimento+golbl&btnG=Pesquisar&oq=aquecimento+golbl&aq=f&aqi=&aql=&gs_sm=s&gs_upl=82046l89046l0l91078l37l16l0l0l0l0l843l2953l5-2.2l5l0

Aquecimento global
(suapesquisa.com)

Introdução

Todos os dias acompanhamos na televisão, nos jornais e revistas as catástrofes climáticas e as mudanças que estão ocorrendo, rapidamente, no clima mundial. Nunca se viu mudanças tão rápidas e com efeitos devastadores como tem ocorrido nos últimos anos.
A Europa tem sido castigada por ondas de calor de até 40 graus centígrados, ciclones atingem o Brasil (principalmente a costa sul e sudeste), o número de desertos aumenta a cada dia, fortes furacões causam mortes e destruição em várias regiões do planeta e as calotas polares estão derretendo (fator que pode ocasionar o avanço dos oceanos sobre cidades litorâneas). O que pode estar provocando tudo isso? Os cientistas são unânimes em afirmar que o aquecimento global está relacionado a todos estes acontecimentos.
Pesquisadores do clima mundial afirmam que este aquecimento global está ocorrendo em função do aumento da emissão de gases poluentes, principalmente, derivados da queima de combustíveis fósseis (gasolina, diesel, etc), na atmosfera. Estes gases (ozônio, dióxido de carbono, metano, óxido nitroso e monóxido de carbono) formam uma camada de poluentes, de difícil dispersão, causando o famoso efeito estufa. Este fenômeno ocorre, pois, estes gases absorvem grande parte da radiação infra-vermelha emitida pela Terra, dificultando a dispersão do calor.
O desmatamento e a queimada de florestas e matas também colabora para este processo. Os raios do Sol atingem o solo e irradiam calor na atmosfera. Como esta camada de poluentes dificulta a dispersão do calor, o resultado é o aumento da temperatura global. Embora este fenômeno ocorra de forma mais evidente nas grandes cidades, já se verifica suas conseqüências em nível global.
Derretimento de gelo nas calotas polares: uma das consequências do aquecimento global.
Conseqüências do aquecimento global
- Aumento do nível dos oceanos: com o aumento da temperatura no mundo, está em curso o derretimento das calotas polares. Ao aumentar o nível da águas dos oceanos, podem ocorrer, futuramente, a submersão de muitas cidades litorâneas;
- Crescimento e surgimento de desertos: o aumento da temperatura provoca a morte de várias espécies animais e vegetais, desequilibrando vários ecossistemas. Somado ao desmatamento que vem ocorrendo, principalmente em florestas de países tropicais (Brasil, países africanos), a tendência é aumentar cada vez mais as regiões desérticas do planeta Terra;
- Aumento de furacões, tufões e ciclones: o aumento da temperatura faz com que ocorra maior evaporação das águas dos oceanos, potencializando estes tipos de catástrofes climáticas;
- Ondas de calor: regiões de temperaturas amenas tem sofrido com as ondas de calor. No verão europeu, por exemplo, tem se verificado uma intensa onda de calor, provocando até mesmo mortes de idosos e crianças.

Protocolo de Kyoto
Este protocolo é um acordo internacional que visa a redução da emissão dos poluentes que aumentam o efeito estufa no planeta. Entrou em vigor em 16 fevereiro de 2005. O principal objetivo é que ocorra a diminuição da temperatura global nos próximos anos. Infelizmente os Estados Unidos, país que mais emite poluentes no mundo, não aceitou o acordo, pois afirmou que ele prejudicaria o desenvolvimento industrial do país.
Conferência de Bali
Realizada entre os dias 3 e 14 de dezembro de 2007, na ilha de Bali (Indonésia), a Conferência da ONU sobre Mudança Climática terminou com um avanço positivo. Após 11 dias de debates e negociações. os Estados Unidos concordaram com a posição defendida pelos países mais pobres. Foi estabelecido um cronograma de negociações e acordos para troca de informações sobre as mudanças climáticas, entre os 190 países participantes. As bases definidas substituirão o Protocolo de Kyoto, que vence em 2012.
Conferência de Copenhague - COP-15
A 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima foi realizada entre os dias 7 e 18 de dezembro de 2009, na cidade de Copenhague (Dinamarca). A Conferência Climática reuniu os líderes de centenas de países do mundo, com o objetivo de tomarem medidas para evitar as mudanças climáticas e o aquecimento global. A conferência terminou com um sentimento geral de fracasso, pois poucas medidas práticas foram tomadas. Isto ocorreu, pois houve conflitos de interesses entre os países ricos, principalmente Estados Unidos e União Européia, e os que estão em processo de desenvolvimento (principalmente Brasil, Índia, China e África do Sul).
De última hora, um documento, sem valor jurídico, foi elaborado visando à redução de gases do efeito estufa em até 80% até o ano de 2050. Houve também a intenção de liberação de até 100 bilhões de dólares para serem investidos em meio ambiente, até o ano de 2020. Os países também deverão fazer medições de gases do efeito estufa a cada dois anos, emitindo relatórios para a comunidade internacional.

Efeito estufa
Introdução

O efeito estufa tem colaborado com o aumento da temperatura no globo terrestre nas últimas décadas. Pesquisas recentes indicaram que o século XX foi o mais quente dos últimos 500 anos. Pesquisadores do clima afirmam que, num futuro próximo, o aumento da temperatura provocado pelo efeito estufa poderá ocasionar o derretimento das calotas polares e o aumento do nível dos mares. Como conseqüência, muitas cidades litorâneas poderão desaparecer do mapa.


Como é gerado
O efeito estufa é gerado pela derrubada de florestas e pela queimada das mesmas, pois são elas que regulam a temperatura, os ventos e o nível de chuvas em diversas regiões. Como as florestas estão diminuindo no mundo, a temperatura terrestre tem aumentado na mesma proporção.
Um outro fator que está gerando o efeito estufa é o lançamento de gases poluentes na atmosfera, principalmente os que resultam da queima de combustíveis fósseis. A queima do óleo diesel e da gasolina nos grandes centros urbanos tem colaborado para o efeito estufa. O dióxido de carbono (gás carbônico) e o monóxido de carbono ficam concentrados em determinadas regiões da atmosfera formando uma camada que bloqueia a dissipação do calor. Outros gases que contribuem para este processo são: gás metano, óxido nitroso e óxidos de nitrogênio. Esta camada de poluentes, tão visível nas grandes cidades, funciona como um isolante térmico do planeta Terra. O calor fica retido nas camadas mais baixas da atmosfera trazendo graves problemas ao planeta.


Problemas futuros
Pesquisadores do meio ambiente já estão prevendo os problemas futuros que poderão atingir nosso planeta caso esta situação persista. Muitos ecossistemas poderão ser atingidos e espécies vegetais e animais poderão ser extintos. Derretimento de geleiras e alagamento de ilhas e regiões litorâneas. Tufões, furacões, maremotos e enchentes poderão ocorrer com mais intensidade. Estas alterações climáticas poderão influenciar negativamente na produção agrícola de vários países, reduzindo a quantidade de alimentos em nosso planeta. A elevação da temperatura nos mares poderia ocasionar o desvio de curso de correntes marítimas, ocasionando a extinção de vários animais marinhos e diminuir a quantidade de peixes nos mares.


Soluções e medidas tomadas contra o efeito estufa
Preocupados com estes problemas, organismos internacionais, ONGs (Organizações Não Governamentais) e governos de diversos países já estão tomando medidas para reduzir a poluição ambiental e a emissão de gases na atmosfera. O Protocolo de Kyoto, assinado em 1997, prevê a redução de gases poluentes para os próximos anos. Porém, países como os Estados Unidos tem dificultado o avanço destes acordos. Os EUA alegam que a redução da emissão de gases poluentes poderia dificultar o avanço das indústrias no país.
Em dezembro de 2007, outro evento importante aconteceu na cidade de Bali. Representantes de centenas de países começaram a definir medidas para a redução da emissão de gases poluentes. São medidas que deverão ser tomadas pelos países após 2012.

Buraco na Camada de Ozônio

O buraco na camada de ozônio vem sendo amplamente discutido depois dos relatórios sobre o aquecimento global. A camada de ozônio é uma capa desse gás que envolve a Terra e a protege de vários tipos de radiação, sendo que a principal delas, a radiação ultravioleta, é a principal causadora de câncer de pele. No último século, devido ao desenvolvimento industrial, passaram a ser utilizados produtos que emitem clorofluorcarbono (CFC), um gás que ao atingir a camada de ozônio destrói as moléculas que a formam (O3), causando assim a destruição dessa camada da atmosfera.
Sem essa camada, a incidência de raios ultravioletas nocivos à Terra fica sensivelmente maior, aumentando as chances de contração de câncer.
Nos últimos anos tentou-se evitar ao máximo a utilização do CFC e, mesmo assim, o buraco na camada de ozônio continua aumentando, preocupando cada vez mais a população mundial. As ineficientes tentativas de se diminuir a produção de CFC, devido à dificuldade de se substituir esse gás, principalmente nos refrigeradores, provavelmente vêm fazendo com que o buraco continue aumentando, prejudicando cada vez mais a humanidade. Um exemplo do fracasso na tentativa de se eliminar a produção de CFC foi a dos EUA, o maior produtor desse gás em todo planeta.
Em 1978 os EUA produziam, em aerosóis, 470 mil toneladas de CFC, aumentando para 235 mil em 1988.
Em compensação, a produção de CFC em outros produtos, que era de 350 mil toneladas em 1978, passou para 540 mil em 1988, mostrando a necessidade de se utilizar esse gás em nossa vida quotidiana. É muito difícil encontrar uma solução para o problema.



Buraco na Camada de Ozônio
A região mais afetada pela destruição da camada de ozônio é a Antártida.Nessa região, principalmente no mês de setembro, quase a metade da concentração de ozônio é misteriosamente sugada da atmosfera. Esse fenômeno deixa à mercê dos raios ultravioletas uma área de 31 milhões de quilômetros quadrados, maior que toda a América do Sul, ou 15% da superfície do planeta. Nas demais áreas do planeta, a diminuição da camada de ozônio também é sensível; de 3 a 7% do ozônio que a compunha já foi destruído pelo homem. Mesmo menores que na Antártida, esses números representam um enorme alerta ao que nos poderá acontecer, se continuarmos a fechar os olhos para esse problema.


O que são os raios ultravioleta?
Raios ultravioletas são ondas semelhantes a ondas luminosas, as quais se encontram exatamente acima do extremo violeta do espectro da luz visível. O comprimento de onda dos raios ultravioletas varia de 4,1 x 10-4 até 4,1 x 10-2 mm, sendo que suas ondas mais curtas são as mais prejudiciais.


A reação
As moléculas de clorofluorcarbono, ou Freon, passam intactas pela troposfera, que é a parte da atmosfera que vai da superfície até uma altitude média de 10.000 metros.
Em seguida essas moléculas atingem a estratosfera, onde os raios ultravioletas do sol aparecem em maior quantidade. Esses raios quebram as partículas de CFC (ClFC) liberando o átomo de cloro. Este átomo, então, rompe a molécula de ozônio (O3), formando monóxido de cloro (ClO) e oxigênio (O2).
A reação tem continuidade e logo o átomo de cloro libera o de oxigênio que se liga a um átomo de oxigênio de outra molécula de ozônio, e o átomo de cloro passa a destruir outra molécula de ozônio, criando uma reação em cadeia.
Por outro lado, existe a reação que beneficia a camada de ozônio: Quando a luz solar atua sobre óxidos de nitrogênio, estes podem reagir liberando os átomos de oxigênio, que se combinam e produzem ozônio. Estes óxidos de nitrogênio são produzidos continuamente pelos veículos automotores, resultado da queima de combustíveis fósseis. Infelizmente, a produção de CFC, mesmo sendo menor que a de óxidos de nitrogênio, consegue, devido à reação em cadeia já explicada, destruir um número bem maior de moléculas de ozônio que as produzidas pelos automóveis.


Porque na Antártida?
Em todo o mundo as massas de ar circulam, sendo que um poluente lançado no Brasil pode atingir a Europa devido a correntes de convecção.
Na Antártida, por sua vez, devido ao rigoroso inverno de seis meses, essa circulação de ar não ocorre e,
assim, formam-se círculos de convecção exclusivos daquela área. Os poluentes atraídos durante o verão permanecem na Antártida até a época de subirem para a estratosfera. Ao chegar o verão, os primeiros raios de sol quebram as moléculas de CFC encontradas nessa área, iniciando a reação. Em 1988, foi constatado que na atmosfera da Antártida, a concentração de monóxido de cloro é cem vezes maior que em qualquer outra parte do mundo.
No Brasil ainda há pouco com que se preocupar
No Brasil, a camada de ozônio ainda não perdeu 5% do seu tamanho original, de acordo com os instrumentos medidores do INPE (Instituto de Pesquisas Espaciais). O instituto acompanha a movimentação do gás na atmosfera desde 1978 e até hoje não detectou nenhuma variação significante, provavelmente pela pouca produção de CFC no Brasil em comparação com os países de primeiro mundo. No Brasil apenas 5% dos aerosóis utilizam CFC, já que uma mistura de butano e propano é significativamente mais barata, funcionando perfeitamente em substituição ao clorofluorcarbono.


Os males causados pelo Buraco na Camada de Ozônio
A principal conseqüência da destruição da camada de ozônio será o grande aumento da incidência de câncer de pele, desde que os raios ultravioletas são mutagênicos. Além disso, existe a hipótese segundo a qual a destruição da camada de ozônio pode causar desequilíbrio no clima, resultando no “efeito estufa”, o que causaria o descongelamento das geleiras polares e conseqüente inundação de muitos territórios que atualmente se encontram em condições de habitação. De qualquer forma, a maior preocupação dos cientistas é mesmo com o câncer de pele, cuja incidência vem aumentando nos últimos vinte anos. Cada vez mais aconselha-se a evitar o sol nas horas em que esteja muito forte, assim como a utilização de filtros solares, únicas maneiras de se prevenir e de se proteger a pele.